domingo, 22 de setembro de 2019
21.09.2019 Resenha sobre o artigo: "Saiba como ensinar o eixo temático terra e universo em Ciências"
O artigo em questão trás informações relevantes para prática docente de acordo com a nova Base Nacional Comum Curricular- BNCC, especificamente sobre o eixo temático Terra e Universo.
Conforme consta no artigo o objetivo principal desta unidade temática é compreender as características da Terra, do Sol, da Lua e de outros corpos celestes, bem como os fenômenos relacionados a eles. Alguns dos objetos de conhecimento que fazem parte deste eixo já eram trabalhados em Ciências, como a camada de ozônio e o efeito estufa, outros no entanto são novidades como noções de astronomia, agricultura, cálculo e construção de gráficos dos índices pluviométricos. Penso que este eixo temático, assim com os outros vai exigir adaptações metodológicas, formação continuada e muitas horas de estudo por parte dos professores que terão que repensar a sua prática. Um ponto a ser destacado é que muitos conteúdos abordados neste eixo Terra e Universo em Ciências podem dialogar com a Geografia, favorecendo atividades interdisciplinares.
Na prática, o ensino será em espiral, os alunos construirão gradativamente os conceitos deste eixo temático. No Fundamental I espera-se a compreensão das estacões do ano, movimentos de translação e rotação da Terra, por exemplo. Já no Fundamental II, segundo o artigo, a perspectiva é aprofundar o conhecimento espacial através de reflexões sobre a posição da Terra e dos humanos no Universo. Ainda haverá um enfoque no estudo do solo e ciclos biogeoquímicos, sensibilizando os estudantes para a sustentabilidade socioambiental.
Em relação aos objetivos que espera-se alcançar com essa nova abordagem, podemos afirmar que são muito positivos, pois visam conectar os estudantes com a realidade, mostrando um fim útil para se adquirir novos conhecimentos.
Referências:
Artigo: "Saiba como ensinar o eixo temático terra e universo em ciências".
Publicado em NOVA ESCOLA 01 Jun 2017. Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/70/saiba-como-ensinar-o-eixo-tematico-terra-e-universo-em-ciencias:>
sábado, 21 de setembro de 2019
21.09.19 Resenha sobre o artigo: "Ciências na BNCC: como ensinar o eixo temático matéria e energia"
O artigo em questão visa elucidar sobre o eixo temático matéria e energia, proposto pela nova Base Nacional Comum Curricular- BNCC para o ensino de Ciências.
Segundo o artigo o eixo matéria e energia tem por objetivo desenvolver a capacidade de entender a natureza da matéria e os diferentes usos da energia, o que envolve compreender a origem, a utilização e o processamento de recursos naturais e energéticos.
Destaco que este eixo, é o que sugere a maior mudança no ensino de Ciências, pois agora questões relacionadas a Química e a Física antes concentradas no 9º ano do Fundamental II deverão ser tratadas gradativamente em todos os anos do Ensino Fundamental, exigindo do professor formação continuada e planejamento específico desta unidade temática. Noções de conceitos como luz, calor, eletricidade e umidade deverão ser trabalhados nos anos iniciais, bem como a importância da água e seus diferentes estados físicos. O intuito é além da aprendizagem destes conceitos o educando seja capaz de relacionar os recursos disponíveis e formas de utilização sustentáveis.
No Fundamental II os objetivos a serem alcançados se tornam mais complexos os estudantes deverão ser capazes de compreender o funcionamento de circuitos elétricos residenciais, avaliar o uso de combustíveis, além da aprendizagem de tecnologia e suas aplicações no cotidiano. Penso que este eixo temático Matéria e Energia é muito pertinente uma vez que estamos diante de uma geração de nativos digitais, que já estão familiarizados as tecnologias e delas fazem uso, porém não compreendem o seu funcionamento em termos de conceito científico. Uma reflexão que este artigo me causou foi a seguinte: é fato que a abordagem da Ciências tornou-se mais ampla na nova BNCC e a carga horária para esta disciplina não deveria ser ampliada também?
Mais uma vez o professor terá que ter muito planejamento e engajamento para contemplar todas as exigências na carga horária reservada para o ensino de ciências, que na minha opinião é insuficiente.
Segundo o artigo o eixo matéria e energia tem por objetivo desenvolver a capacidade de entender a natureza da matéria e os diferentes usos da energia, o que envolve compreender a origem, a utilização e o processamento de recursos naturais e energéticos.
Destaco que este eixo, é o que sugere a maior mudança no ensino de Ciências, pois agora questões relacionadas a Química e a Física antes concentradas no 9º ano do Fundamental II deverão ser tratadas gradativamente em todos os anos do Ensino Fundamental, exigindo do professor formação continuada e planejamento específico desta unidade temática. Noções de conceitos como luz, calor, eletricidade e umidade deverão ser trabalhados nos anos iniciais, bem como a importância da água e seus diferentes estados físicos. O intuito é além da aprendizagem destes conceitos o educando seja capaz de relacionar os recursos disponíveis e formas de utilização sustentáveis.
No Fundamental II os objetivos a serem alcançados se tornam mais complexos os estudantes deverão ser capazes de compreender o funcionamento de circuitos elétricos residenciais, avaliar o uso de combustíveis, além da aprendizagem de tecnologia e suas aplicações no cotidiano. Penso que este eixo temático Matéria e Energia é muito pertinente uma vez que estamos diante de uma geração de nativos digitais, que já estão familiarizados as tecnologias e delas fazem uso, porém não compreendem o seu funcionamento em termos de conceito científico. Uma reflexão que este artigo me causou foi a seguinte: é fato que a abordagem da Ciências tornou-se mais ampla na nova BNCC e a carga horária para esta disciplina não deveria ser ampliada também?
Mais uma vez o professor terá que ter muito planejamento e engajamento para contemplar todas as exigências na carga horária reservada para o ensino de ciências, que na minha opinião é insuficiente.
Referências:
Artigo: “Ciências na BNCC: como ensinar o eixo temático matéria e energia”.
Publicado em NOVA ESCOLA 01 Jun 2017. Disponível em:
<https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/68/ciencias-na-bncc-como-ensinar-o-eixo-tematico-materia-e-energia>
<https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/68/ciencias-na-bncc-como-ensinar-o-eixo-tematico-materia-e-energia>
21.09.2019 Resenha sobre o artigo: "Ciências e a BNCC: como ensinar vida e evolução"
Este artigo tem por objetivo detalhar um dos eixos temáticos propostos pela nova Base Nacional Comum Curricular - BNCC denominado Vida e Evolução. Conforme consta no artigo, este eixo temático engloba o estudo de tudo que se relaciona com os seres vivos: características e necessidades, processo evolutivo, interação entre os seres vivos no meio ambiente e preservação da biodiversidade. Contempla ainda aspectos relativos a saúde individual e coletiva, inclusive no âmbito das políticas públicas.
A principal mudança que a BNCC propõe é o ensino em espiral, nesta perspectiva os alunos vão trabalhar os conteúdos deste eixo temático durante todos os anos do ensino fundamental de forma gradativa. No Fundamental I, ou anos iniciais as crianças aprenderão sobre os seres vivos, irão identificar as partes do corpo humano, ainda deve ser salientada a importância da higiene e alimentação equilibrada para a saúde e prevenção de doenças. Já no Fundamental II o nível de complexidade aumenta e serão tratados assuntos como reprodução, sexualidade humana e doenças sexualmente transmissíveis, o papel do ser humano no ambiente e impacto que as nossas atitudes e estilo de vida causam ao ecossistema.
Penso que este eixo temático é bastante abrangente e será desfiador para o professor, uma vez que haverá sempre uma necessidade de trabalho em equipe para que seja possível avançar em conhecimentos mais complexos é preciso que no ano anterior tenha sido trabalhado conteúdos basais. Outro ponto sugerido no artigo é a interdisciplinaridade com Geografia o que é bem interessante no sentido de potencializar a aprendizagem.
Referências:
Artigo: "Ciências e a BNCC: como ensinar vida e evolução", publicado em NOVA ESCOLA,
01 Jun 2017. Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/71/ciencias-e-a-bncc-como-ensinar-vida-e-evolucao>
A principal mudança que a BNCC propõe é o ensino em espiral, nesta perspectiva os alunos vão trabalhar os conteúdos deste eixo temático durante todos os anos do ensino fundamental de forma gradativa. No Fundamental I, ou anos iniciais as crianças aprenderão sobre os seres vivos, irão identificar as partes do corpo humano, ainda deve ser salientada a importância da higiene e alimentação equilibrada para a saúde e prevenção de doenças. Já no Fundamental II o nível de complexidade aumenta e serão tratados assuntos como reprodução, sexualidade humana e doenças sexualmente transmissíveis, o papel do ser humano no ambiente e impacto que as nossas atitudes e estilo de vida causam ao ecossistema.
Penso que este eixo temático é bastante abrangente e será desfiador para o professor, uma vez que haverá sempre uma necessidade de trabalho em equipe para que seja possível avançar em conhecimentos mais complexos é preciso que no ano anterior tenha sido trabalhado conteúdos basais. Outro ponto sugerido no artigo é a interdisciplinaridade com Geografia o que é bem interessante no sentido de potencializar a aprendizagem.
Referências:
Artigo: "Ciências e a BNCC: como ensinar vida e evolução", publicado em NOVA ESCOLA,
01 Jun 2017. Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/71/ciencias-e-a-bncc-como-ensinar-vida-e-evolucao>
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
20.09.2019 Resenha sobre o artigo : "Como se preparar para implementar as mudanças da BNCC para Ciências"
O artigo em questão trata das adaptações necessárias para a efetiva prática das mudanças propostas pela Base Nacional Comum Curricular- BNCC nas escolas, através de uma entrevista com Lilian Bacich, assessora pedagógica de Ciências da equipe de autores da Revista Nova Escola e coordenadora geral de pesquisa e de pós- graduação do Instituto Singularidades. Segundo Lilian Bacich, a Base transforma a abordagem do ensino de ciências ao enxergar a criança e o jovem como protagonistas e agentes de construção de conceitos científicos.
Inicialmente Lilian, pontua que os professores, supervisores e equipe diretiva da escola devem fazer uma leitura crítica, apropriando-se do documento para melhor comprendê-lo, a ideia principal é não fragmentar o conhecimento. Para isso é necessário que os docentes organizem as suas aulas com o foco nas habilidades a serem desenvolvidas, ou seja explicitando no plano de aula o objetivo a ser alcançado, através de verbos mobilizadores de um processo cognitivo. Nós enquanto licenciandos já utilizamos esta metodologia para construção do conhecimento e elaboração dos planos de aulas, por exemplo, as aulas propostas adotando os teóricos Celso Vasconcellos e Antoni Zabala tem o seguinte objetivo: "Ao final desta aula o aluno deverá ser capaz de... identificar, compreender, descrever, etc". Além de dividir a aula em 3 momentos : mobilização, construção e síntese do conhecimento.
O artigo destaca o letramento científico como um avanço no ensino de Ciências e abordagem investigativa como um divisor de águas, que irá exigir do professor maior flexibilidade, uma vez que as aulas privilegiam o conhecimento prévio e papel ativo do estudante. Outros pontos importantes da Base também são discutidos, como o ensino em espiral, ou seja, o nível de complexidade vai aumentando gradativamente e a questão da estrutura física da escola. Para aderir a essa nova prática não é necessária a implementação de laboratórios ou materiais caros, pois procura relacionar e evidenciar a ciência presente no cotidiano, utilizando sucata e materiais acessíveis. Penso que toda essa proposta de mudança é positiva, porém vai impactar toda a estrutura já estabelecida, e deveria ser implantada progressivamente, começando pelos anos iniciais, ou Fundamental I. Contudo o fato é que será necessário principalmente o trabalho em equipe e o engajamento dos professores para se adaptar e aplicar com êxito as mudanças da BNCC.
Referências:
Artigo "Como se preparar para implementar as mudanças da BNCC para Ciências", publicado em NOVA ESCOLA 01 Jun 2017.
Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/72/como-se-preparar-para-implementar-as-mudancas-da-bncc-para-ciencias>
Inicialmente Lilian, pontua que os professores, supervisores e equipe diretiva da escola devem fazer uma leitura crítica, apropriando-se do documento para melhor comprendê-lo, a ideia principal é não fragmentar o conhecimento. Para isso é necessário que os docentes organizem as suas aulas com o foco nas habilidades a serem desenvolvidas, ou seja explicitando no plano de aula o objetivo a ser alcançado, através de verbos mobilizadores de um processo cognitivo. Nós enquanto licenciandos já utilizamos esta metodologia para construção do conhecimento e elaboração dos planos de aulas, por exemplo, as aulas propostas adotando os teóricos Celso Vasconcellos e Antoni Zabala tem o seguinte objetivo: "Ao final desta aula o aluno deverá ser capaz de... identificar, compreender, descrever, etc". Além de dividir a aula em 3 momentos : mobilização, construção e síntese do conhecimento.
O artigo destaca o letramento científico como um avanço no ensino de Ciências e abordagem investigativa como um divisor de águas, que irá exigir do professor maior flexibilidade, uma vez que as aulas privilegiam o conhecimento prévio e papel ativo do estudante. Outros pontos importantes da Base também são discutidos, como o ensino em espiral, ou seja, o nível de complexidade vai aumentando gradativamente e a questão da estrutura física da escola. Para aderir a essa nova prática não é necessária a implementação de laboratórios ou materiais caros, pois procura relacionar e evidenciar a ciência presente no cotidiano, utilizando sucata e materiais acessíveis. Penso que toda essa proposta de mudança é positiva, porém vai impactar toda a estrutura já estabelecida, e deveria ser implantada progressivamente, começando pelos anos iniciais, ou Fundamental I. Contudo o fato é que será necessário principalmente o trabalho em equipe e o engajamento dos professores para se adaptar e aplicar com êxito as mudanças da BNCC.
Referências:
Artigo "Como se preparar para implementar as mudanças da BNCC para Ciências", publicado em NOVA ESCOLA 01 Jun 2017.
Disponível em: <https://novaescola.org.br/bncc/conteudo/72/como-se-preparar-para-implementar-as-mudancas-da-bncc-para-ciencias>
terça-feira, 17 de setembro de 2019
17/09/2019 Resenha do artigo " O que muda no ensino de Ciências com a BNCC"
A leitura deste artigo não poderia ser mais pertinente e atual para nós professores em formação. O conhecimento da nova Base Nacional Comum Curricular - BNCC é fundamental para o exercício da nossa futura profissão. O assunto tem gerado um amplo debate na sociedade, no meio acadêmico, e principalmente nas escolas entre os professores.
Conforme consta no artigo o objetivo principal das mudanças é proporcionar aos alunos contato com processos, práticas e procedimentos da investigação científica para que eles sejam capazes de intervir na sociedade.
O ensino de Ciências na BNCC será organizado em torno de três unidades temáticas: Matéria e Energia; Vida e Evolução; Terra e Universo. O documento propõe uma mudança de paradigma, com um trabalho em espiral, uma aprendizagem progressiva. Desta forma os conteúdos serão distribuídos durante todos os anos do Ensino Fundamental e não mais compactados em cada ano.
O grau de complexidade dos conteúdos vai aumentando ano a ano, de acordo com o desenvolvimento dos alunos, familiarizando-os aos conceitos científicos, químicos e físicos aos poucos.
Destaco que as mudanças são positivas, e vão qualificar o ensino e a aprendizagem, mas também vão exigir adaptações por parte dos professores, a necessidade da formação continuada torna -se essencial para conseguir absorver essas mudanças e repensar a prática docente. Para nós licenciandos penso que estas mudanças propostas pela BNCC vem de encontro com a formação didática e metodológica que estamos aprendendo na nossa graduação. Os autores que elegemos para embasar nossos planos de aula, como Celso Vasconcelos e Antoni Zabala já refletem sobre a necessidade do planejamento, dividindo a aula em 3 momentos de aprendizagem, especificando os objetos de conhecimento e os objetivos de cada aula ou sequência didática, valorizando o papel ativo do estudante na construção do conhecimento, e ainda sempre conectando com a realidade.
domingo, 8 de setembro de 2019
08.09.2019 Relato de aula aplicada: "Proposta de experimentos envolvendo conceitos químicos\científicos em sala de aula"
Na oportunidade foi aplicada uma sequência didática, ou seja, um conjunto de
atividades ordenadas, estruturadas e articuladas para a realização de um objetivo,conforme afirma Zabala (1998). Neste caso, o objetivo das atividades foi incentivar os alunos do 9º ano a realizar experiências científicas, questionar a realidade, instigar o espírito pesquisador e curioso. Esta sequência, foi dividida em 2 aulas com 2 períodos de 50 minutos cada uma, e aplicada nos dias 21.08.2019 e 28.08.2019 pelos professores\acadêmicos Andrigo, Felipe e Gisele, bolsistas do PIBID. Na primeira aula foi realizada uma revisão conceitual de Química, para isso os alunos utilizaram como recurso um mapa mental para acompanhar a aula ministrada de forma dialógica expositiva. No momento de construção do conhecimento, conceituamos Ácidos, Bases, Sais e Óxidos,utilizando o quadro de giz. Estas Funções Inorgânicas foram observadas no momento de síntese do conhecimento, a parte prática da aula, onde os alunos tiveram a oportunidade de observar o experimento “Camaleão Químico”, realizado em sala de aula, onde várias reações químicas ocorrem modificando a coloração de uma solução aquosa. Como tarefa de casa, foi solicitado aos estudantes a pesquisa de experimentos ou jogos didáticos envolvendo conceitos químicos, para ser realizados por eles na aula seguinte. Na aula do dia 28.08.19 retomamos os conceitos trabalhados na aula anterior sanando as dúvidas, também conversamos sobre a possibilidade de expor seus experimentos no Salão de ensino e pesquisa do IFRS, bem como em uma pequena Feira de Ciências na própria Escola Dom Henrique Gelain. No momento de construção do conhecimento os alunos foram divididos em grupos e testaram as suas próprias ideias de experimento em sala de aula, assumindo o protagonismo como jovens cientistas.
atividades ordenadas, estruturadas e articuladas para a realização de um objetivo,conforme afirma Zabala (1998). Neste caso, o objetivo das atividades foi incentivar os alunos do 9º ano a realizar experiências científicas, questionar a realidade, instigar o espírito pesquisador e curioso. Esta sequência, foi dividida em 2 aulas com 2 períodos de 50 minutos cada uma, e aplicada nos dias 21.08.2019 e 28.08.2019 pelos professores\acadêmicos Andrigo, Felipe e Gisele, bolsistas do PIBID. Na primeira aula foi realizada uma revisão conceitual de Química, para isso os alunos utilizaram como recurso um mapa mental para acompanhar a aula ministrada de forma dialógica expositiva. No momento de construção do conhecimento, conceituamos Ácidos, Bases, Sais e Óxidos,utilizando o quadro de giz. Estas Funções Inorgânicas foram observadas no momento de síntese do conhecimento, a parte prática da aula, onde os alunos tiveram a oportunidade de observar o experimento “Camaleão Químico”, realizado em sala de aula, onde várias reações químicas ocorrem modificando a coloração de uma solução aquosa. Como tarefa de casa, foi solicitado aos estudantes a pesquisa de experimentos ou jogos didáticos envolvendo conceitos químicos, para ser realizados por eles na aula seguinte. Na aula do dia 28.08.19 retomamos os conceitos trabalhados na aula anterior sanando as dúvidas, também conversamos sobre a possibilidade de expor seus experimentos no Salão de ensino e pesquisa do IFRS, bem como em uma pequena Feira de Ciências na própria Escola Dom Henrique Gelain. No momento de construção do conhecimento os alunos foram divididos em grupos e testaram as suas próprias ideias de experimento em sala de aula, assumindo o protagonismo como jovens cientistas.
O resultado positivo da sequência didática, pode ser observado pela adesão de todos os alunos para a realização dos experimentos. A turma composta por 21 alunos foi dividida em grupos que escolheram de forma independente diferentes propostas de experimento: “Jogo Passa ou Repassa”, “Experimento da água com gás”, “Vela mágica”, “Serpente faraó”, “Ácido estomacal”, “Arco-Íris de Densidades”. A maioria dos experimentos foram testados em sala de aula, havendo grande interação entre os estudantes, bem como sugestões e considerações dos professores no sentido de aperfeiçoar as ideias e estimular a compreensão em termos químicos das experiências. O ponto a ser melhorado em aulas com experimento, é questão do tempo, nas próximas atividades do gênero será reservado um período inteiro para debatermos em termos físico químicos os experimentos realizados.
Mobilizar os alunos para a aprendizagem de Ciências, despertando a curiosidade acerca dos experimentos químicos\científicos e principalmente destacando a importância de descobrir explicações para os fenômenos observados, torna os alunos aptos a compreender melhor não só as reações químicas, mas também os processos que possibilitam a vida, produzindo uma nova percepção do que está acontecendo no mundo, podendo assim participar de forma esclarecida, de decisões que afetam a coletividade.

terça-feira, 3 de setembro de 2019
domingo, 1 de setembro de 2019
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