A importância das aulas práticas no ensino da ciência, enquanto grande área do conhecimento, compreendendo Biologia, Química e Física é incontestável. Tornar o conhecimento teórico mais acessível é uma necessidade constante no cotidiano dos professores. As aulas práticas potencializam a aprendizagem, facilitando a compreensão, ou seja, tornando conceitos químicos/científicos menos abstratos.
O artigo em questão relata o trabalho realizado na III Semana Acadêmica do Curso de Licenciatura em Química, na Universidade Federal da Fronteira Sul - Campus Cerro largo - RS. O trabalho foi apresentado em forma de oficina, pelos acadêmicos da 7ª fase do curso, em conjunto com os alunos da 3º série do Ensino Médio de uma escola do interior de São Paulo das Missões/ RS. O objetivo foi demonstrar uma das aulas práticas ministradas no Estágio curricular supervisionado II: projeto de ensino, com os acadêmicos do curso de Licenciatura em Química e os alunos.
O experimento escolhido foi intitulado "reação de produção da amoeba", que é um brinquedo industrializado com características elásticas, muito popular entre as crianças e adolescentes.
Por se tratar de um experimento simples, com materiais acessíveis, a prática pode ser realizada dentro da sala de aula, o que motivou a sua escolha.
A prática ocorreu no laboratório de química geral da universidade e os materiais utilizados para fazer o experimento foram: 100 mL de cola tenaz; 50 mL de bórax; Água destilada; Corantes; Béqueres; e Bastão de vidro. Para prepara a amoeba, dissolveu-se o bórax e o corante em água destilada, utilizou-se o bastão para mexer. Acrescentou-se à mistura na cola mexendo até desgrudar do béquer.
Para melhor compreensão da atividade prática, anteriormente os alunos tiveram explicações e conceitos de macromoléculas e polímeros através de slides, depois dúvidas foram sanadas.
A prática teve uma repercussão muito positiva tanto entre os acadêmicos, que puderam constatar a eficácia da aula prática para a aprendizagem, quanto para os alunos que realmente puder "tocar" em uma reação química, assimilando melhor os conceitos e participando ativamente da construção do conhecimento, uma vez que
não o foco não se restringe em uma sequência de conteúdos, e sim relacionar o
conhecimento com as vivências do cotidiano e aprender brincando.
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